O Pé

O Pé
Tudo que pisamos, nos apoia.

16 de ago de 2010

O PRECÁRIO DISCURSO HOMILÉTICO

O púlpito de igreja inflama alguns pregadores. Do alto de seus pódios
com uma pseudo autoridade atribuída a função que exerce de pastor,
transmite seus sentimentos discórdias com o mundo, atribuindo suas
palavras a inspiração divina.
Zapeando os canais numa manhã destas passei pelo auto-denominado
apostolo Miguel Angelo que exaltava seus carater e lisura de sua
própria pessoa.
Certo ou errado, sua igreja é cheia de fiéis seguidores e defensores.
O púlpito e o sucesso comercial de suas empreitadas eclesio-economicas
dão a aval para suas ações.
Sendo certas ou erradas.
Várias vezes a exacerbação pública dos pastores faz parte da
homilética aprendida nos seminários para sensiblizar a assistência
incauta que vai para as igrejas em busca de algo que muitas vezes não
sabe o que procura.
O auto-flagelo emcional, o choro ou a voz embargada junto a indignação
com o status quo geram pessoas chorando, de joelhos ou emcionados
pelas palavras ou música.
Pregadores que gritam suas palavras de ordem divina em cima de seus
púlpitos me irritam e não me convencem.
Todos sabemos que quando gritamos é para impor desejos e vontades.
Pastor que grita e embarga a voz convence os incautos.

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Enviado do meu celular

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