O Pé

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Tudo que pisamos, nos apoia.

20 de jul de 2010

NA TRILHA SONORA DA BIPOLARIDADE RELIGIOSA

Continuando o assunto de ontem, muzk de casamento, há pouco tempo atrás, um casamento de evangélicos teve Rebolation e terminou com a sugestiva musk "você não vale nada mas eu gosto de você".
E durante a cerimônia pessoas cantaram muzks de louvor, cantilenas lamuriantes, etc.
Mas como cortar rosas, pode-se espetar nos espinhos, muita gente ignora, finge que isto não acontece.
Até porque disciplinar sempre passa pelo não.
E ser politicamente correto e destilar a polidez da cegueira, é mais fácil.
Como não fiz curso de sociabilidade e polidez...
Outro dia, uma pessoa colocava no seu Twitter algumas palavras, ou melhor palavrões para externar sua insatisfação com algum time de futebol.
Copiei, colei e enviei para o lider desta pessoa, que não sabia destas micro-postagens com termos pouco condizentes com a educação, e mais ainda, como testemunho cristão.
Não sei foram falar pessoalmente com a pessoa.
Mas fico me perguntando: os pesos e as medidas que são usadas nas igrejas, não refletem exatamente a política de conduta do chamado pagão?
Talvez o problema seja meu em tentar ser coerente.
Alguns podem bufar e comentar, que toco as cantilenas e escuto Metallica.
Pelo menos não espero estar fora da igreja para demonstrar minhas preferências muzkais.
Não sofro de bipolaridade comportamental de cunho religioso.
Na igreja, os bipolares fecham os olhos ao som das cantilenas, levantam os braços, fazem caras e bocas de choro.
O mudança de vida é muito mais do que o estereótipo.
Mas o que será que incomoda mesmo?
Ser verdadeiro ou ser "verdadeiro"?
(só para lembrar que, infelizmente, os bipolares muitas vezes são os mais expostos nas igrejas, devida a necessidade de estarem nos holofotes e nem todo mundo nas igrejas é bipolar).



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