O Pé

O Pé
Tudo que pisamos, nos apoia.

3 de nov de 2009

O COMPROMISSO DO CANTO MÂNTRICO

Uns dias atrás recebi um email sobre um texto que falava sobre o mântrico canto congregacional, proporcionado pelas equipes de louvor Ministérios de adoração.
Os comentários sobre o texto mostravam uma tímida concordância com o canto mântrico. Até porque ninguém quer de encontro a suas próprias convicções.
Mesmo que sejam fracas e os argumentos não sustentem nem filosoficamente nem biblicamente as cantilenas lamuriantes.
tenho que admitir que esta mesma deficiência em aceitar o canto mântrico e lamuriante nas igrejas em desvantagem no que atribui a participação na adoração na minha igreja.
Se não gosto, e não concordo, sutilmente não sou chamado para tocar e a minha banda participa, porque somos meio chatinhos quando somos diferenciados em tratamento na igreja que somos membros e participamos.
Uma coisa que é clara e cristalina dentro do meio batista: o que importa não é ser mas parecer bonzinho.
Contradizendo até o velho ditado: a mulher de Cesar não pode apenas parecer honesta, tem que ser honesta.
O que mais percebo que quanto mais se fecha os olhos, levanta as mãos e repete os cantos mântricos, mas santo é.
Por tabela, tem que gostar de muzks que estabeleçam uma relação homem x Deus, mesmo que seja egocêntrica e humanística.
É mais fácil viver o evangelho sem compromisso.
Sem obrigações trabalhísticas.
Sem necessitar cuidar todos os dias da sua relação com Deus.
Chega no domingo, levanta os braços, toca-se um instrumento, distribui uma ceia e vai para casa feliz da vida, depois de cumprir a sua religiosidade dominical.
Questionar dá trabalho.
Porque nos remete a uma ação que fatalmente nos leva a mudanças.
Mas não mudanças cosméticas.
Mas interiores.
E estas, exigem compromisso.

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