O Pé

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Tudo que pisamos, nos apoia.

17 de set de 2009

QUANTO VALE O SHOW?

Escrevendo sobre o placebo adoracional, recebi o email com esta reportagem ao lado. E isto me dá uma certeza maior que The show must go on, como cantou Freedie Mercury, líder e vocalista do Queen, no seu derradeiro álbum com a banda, antes de morrer das complicações com a AIDS.
Vivemos o show adoracional, e nada mais lógico que cobrar de quem faz o espetáculo.
Entramos numa época que não basta parecer, tem que ser realmente correto nos atos e intenções.
Fico imaginando quando começarem a cobrar o ECAD nas igrejas.
Na verdade, a culpa tem que recair sobre todos os músicos de igreja.
Deveriam ser profissionais.
E seus Ministros de música também.
E toda a estrutura que cerca o "evento" culto também deveria ser.
Quando toquei na última vez na minha igreja, recebi um recado que deveria diminuir a guitarra, pois tinha que ser sutil no que estava tocando.
Fiquei pensando durante o domingo todo sobre isso, ainda com as pancadas da bateria ecoando no meu ouvido. Eu deveria diminuir a guitarra, mas bateria não?
Eu quero receber para tocar na igreja a satisfação de estar trabalhando na Casa de Deus.
No entanto, ser repreendido em público para servir de exemplo ou satisfazer as penúrias egocêntricas, e escutar esta abobrinhas idiossincráticas de graça não vale a pena. Tem que me pagarem, para eu pagar minha carteirinha de músico profissional.
Se músico de igreja se tornar uma atividade remunerada, desta forma, os lideres poderão contratar quem faz suas vontades e aceitem sem pestanejar atitudes descompensadas.
Placebo adoracional não pensa em vidas.
Mas na imagem.

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