O Pé

O Pé
Tudo que pisamos, nos apoia.

21 de jan de 2009

O SUSPEITO PADRÃO DE SANTIFICAÇÃO RELIGIOSA pt final

O entendimento sempre está atrelado a bagagem cultural que temos. Se o nosso mundo sempre foi micro, o entendimento será proporcional.
Apesar de não ter paciência com algumas pessoas, estou tentando melhorar esta minha postura. Seria uma incoerência minha me esconder atrás da minha impaciência e não conviver com as pessoas e melhorar alguns aspectos que precisam ser moldados e aperfeiçoados.
É um aprendizado conviver com pessoas com idéias opostas as minhas.
É bom ser respeitado, mesmo sendo diferentes em idéias e comportamentos.
A reciprocidade faz parte da diversidade.
E as relações são simbióticas, porque não adianta viver isolado.
O Bem e o Mal sempre andarão lado a lado. Pelo menos por aqui.
O joio e o trigo crescem juntos, e só vão ser separados na hora da colheita.
Neste meio tempo, estarão sugando suas necessidades do mesmo solo, utilizando a mesma água e luz.
Nós estamos no mundo para fazer diferença.
E esta diferença está naquilo que fazemos.
Diferença não por sermos padronizados, mas porque de alguma forma diferente nos tornamos diferentes.
Nós todos somos diferentes.
Ser diferente é normal.
Mas a mudança que vai fazer diferença, não está na padronização.
Alguns pelas raízes que criam, pela possessividade, por se achar dono da igreja ou achar que é o único arauto celestial, não tem coragem de mudar.
Mudar de atitude.
Mudar fisicamente do local que que congrega, na busca do pastor, dos irmãos, dos membros que cheguem a padronização daquilo que acredita.
A diversidade única.
Como se isto fosse possível.
As estatísticas demonstram que falar bem de alguém ou de algo você fala no máximo com cinco pessoas. Falar mal de alguém ou de algo, você comenta com 15 pessoas ou mais.
A insatisfação proclamada sem a ação para mudar(-se), para tornar sua vida vida menos irrelevante para alguém, é murmúrio.
E murmúrio, até um religioso de plantão sabe o que é.

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