O Pé

O Pé
Tudo que pisamos, nos apoia.

22 de set de 2008

AINDA PREFIRO MORRER QUE FICAR VELHO



Neste fim de semana, ouvi uma discussão insólita sobre o que deveriamos preferir: bancos velhos de madeira deconfortáveis soltando farpas e verniz com mais de 30 anos ou cadeiras estofadas, anatômicas e modernas.
O velho conformismo latente e religioso que impregna os sexagenários das igrejas, é cômico.
Algum tempo atrás, queriam criar um museu com móveis velhos, para lembrar como a igreja era.
Eu tento entender esta fobia do novo.
Do moderno.
Talvez seja desconhecido pela total falta de vontade em crescer com tudo que acontece a nossa volta.
No inicio do século passado, andava-se de charrete.
Hoje em possantes e tecnologicos carros movidos a bio-combustível.
A tradição era transmitida oralmente.
Hoje os hábitos mudam quase que instantaneamente com o advento do online ou just-in-time dos asiáticos.
A experiência do sexagenários é importante, porém, não podemos esquecer que a realidade que viviam e experimentaram não é mais a mesma.
Eles tem seu valor pela palavra mansa.
Mas quando chegam na prepotência ranzinza de modos e idéias ultrapassadas, seus cabelos brancos ou lilás jogam por terra todo o valor que eles detem para as próximas gerações.
Que os velhinhos religiosos possam cantar comos os velhinhos de 90 anos do vídeo:
Prefiro morrer do que ficar velho.
Das idéias.

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